terça-feira, 22 de março de 2011

by Viny Belizário




Ser Negro Hoje

É muito desafiador e de uma responsabilidade imensa, a missão que aqui me foi destinado: Escrever o que é ser negro hoje no Brasil! Durante minha juventude, por muitos anos me senti frustrado por ter nascido em um tempo que eu considerava “errado”. Sempre me fascinou o autocontrole e pacifismo dos jovens discípulos de Martin Luther King Jr, na luta pelos direitos civis dos afro-americanos, após revolta da imortal Rosa Parks. A fúria de Malcolm X, a revolta armada dos Black Panthers, a união dos negros norte-americanos em seu cotidiano, a resistência Sul-africana ao apartheid, o protagonismo imensurável de Steve Biko, a estratégia de guerrilha, sobrevivência ao cárcere e ascensão á presidência de Nelson Mandela... Tudo isso, motivos para que eu considerasse o meu tempo um tempo nulo. A revolta dos Malês, da Chibata e outras diversas resistências quilombolas, José do Patrocínio, Luiz Gama, Ganga Zumba, Zumbi dos Palmares... Patrícios que sempre foram motivo orgulho e inspiração, mais ainda confirmavam que eu estava fora de contexto. Levei um bom tempo para compreender que a história se faz a cada dia, a cada gesto e atitude. Levei um tempo considerável estudando, mais um bocado de tempo refletindo e participando de encontros, reuniões e organizações. Levei um bom tempo para me tornar negro. Sou negro desde que nasci, sei que assim sou desde meus cinco anos, pois tenho em minhas lembranças experiências que me marcaram desde esta época. Mesmo assim, levei um bom tempo para me tornar o que considero ser negro hoje. O negro hoje necessita de constante aprendizado (assim como todos), mais no nosso caso além dos conhecimentos gerais, o entendimento de nossa história, origem e de nosso povo e necessidades. O negro hoje precisa da consciência de que a organização é imprescindível, que a estratégia e o planejamento (em todas as esferas de nossas vidas) são vitais e que o seu posicionamento diplomático e político perante os entraves sociais é mais que importante, é crucial. A consciência do negro hoje tem que contemplar a diversidade também. Ele precisa entender que não é o único grupo brigando por espaço social (mesmo que em muitos casos a sua situação seja alarmante), e que cada vez mais ele precisará de muito mais dinamismo, coerência e maturidade para resolver os novos desafios do milênio. Ser negro hoje é mais complicado do que em qualquer período anterior. Afirmo isso considerando a tendência pós-moderna deste mundo a cada segundo mais digital, político e veloz. Afirmo isso considerando o nosso cotidiano cada vez mais exigente de indivíduos cultos, conscientes de sua responsabilidade sócio-ambiental, livres dos preconceitos do século passado e com o ímpeto de mudança e melhoria contínua. Ser negro hoje é guardar dentro de si as lutas, sonhos e vitórias de todos os nossos antepassados e ainda estar ciente de que existe muito a conquistar, de que a luta jamais se encerrará e que muitas vezes ela não será somente sua e que os sonhos nunca devem ser mitigados ou suprimidos. Ser negro hoje é mais do que deixar nossas pegadas nas areias do tempo... Ser negro hoje é construir sobre estas areias nossos castelos... Castelos estes que jamais virão abaixo com as freqüentes ondas do mar, pois em seus alicerces estão fundados o suor, sangue e ideais de nosso povo. Em nosso alicerce está fundada a nossa história. E se possuímos história... Temos raiz, somos forte, imponente e milenar como o baobá. Ser negro hoje é antes de tudo a certeza de orgulho, fé, resistência e força.Axé pra todos!!!

Viny Belizário(Luis Vinicius Belizário)

Sawabona Shikoba





Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

Caso tenha ficado curioso(a) em saber o significado de SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer "EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é "ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".

Por Flávio Gikovate

terça-feira, 8 de março de 2011

Olha o que achei...

Os primeiros passos de balé, a mamãe e o papai não esquecem



crédito da pintura: Datha Watson


Ontem minha bailarina foi à aula de balé pela primeira vez. E foi interessante ver que o balé requer disciplina de grupo e que minha filha, ainda uma menininha que adora dançar, mas para brincar, não tem nenhuma, rs. A infância natural é livre. Nas aulas, porém, ela terá que aprender a esperar sua vez pra dançar, se esforçar a copiar algum passo, prestar atenção ao que diz a professora e os colegas. Aos olhos dessa mamãe coruja, vê-la se desinibir aos poucos durante a aula foi encantador. Ela já dança passos incríveis que aprendeu com a Barbie e uma tal ratinha Angelina (que são ótimas professoras!) e, com isso, encantou as coleguinhas. Mas enquanto as alunas repetiam os passos da professora, ela dançava seus próprios passos. E a professora um pouco sem jeito ainda, talvez por minha presença ali, exigia às outras crianças a fila, os pés de bailarina e as mãos na cintura, sempre justificando que era a primeira aula da 'Sofia', deixando-a ainda livre como nas danças na sala da nossa casa. Estou curiosa pra saber como ela fará na próxima aula, já que não será mais a primeira, rs. Terá que sentar ao lado dela, posicionar seus pezinhos, suas mãos na cintura, enfim, tudo que eu esperava que ela fizesse já na primeira. Mas entendo seu constrangimento. Quando minha filha já tiver segurança para ficar sem mim, esperarei na ante-sala, mas meu coração de mãe queria mesmo era dançar ao lado dela, ensinar eu mesma os passinhos, presenciar cada evolução, cada sorriso. Tenho agora um grande aprendizado pela frente que é ir incentivando minha princesa a dar seus próprios passos criados por ela mesma. Mas por mais disciplina que o balé exija, quero que minha filha permaneça livre a criar e ser essa garotinha tão especial, sorridente e amiga.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Artista em destaque

Entrevista com Marcelo e Cintia (Solum)





Curta a história dos meus professores e amigos  Marcelo Eidy e Cíntia Silva, da Solum Escola de Dança. Marcelo é fundador da escola e Cíntia, além de dar aulas de dança no período noturno, é aeroviária durante o dia. Eles contam os desafios que ultrapassaram e a necessidade de constante aprimoramento para conseguir trabalhar com a dança.

Por que começou a dançar?
Marcelo: Fui convidado a ir para um lugar onde as pessoas dançam zouk (o Carioca Club) e percebi que era algo totalmente diferente e saudável. Lá as pessoas bebem água para se divertir, isto não é inusitado? (Risos)
Cíntia: Desde pequena sempre gostei de dançar e sinto um “mega” prazer. Um dia, quando pedi para o meu pai aumentar a música do rádio do carro, ele comentou “... essa menina adora música, vive dançando na frente do espelho e quando crescer só vai querer saber de dançar”. E ele tinha razão! (risos). Conheci a Solum em 2007, quando fui fazer curso intensivo de salsa e tango. Depois, quando o Marcelo me convidou para fazer parte da turma de zouk, não deu outra: apaixonei-me pela dança de salão, passei a fazer várias aulas e aqui estou até hoje. Não pretendo sair do mundo da dança e quero me aperfeiçoar cada vez mais.

Quais os ritmos que mais gosta?Marcelo: Zouk e gafieira
Cíntia: Tirando samba rock, eu gosto de tudo. Mas, os meus preferidos são: salsa, zouk, merengue e tango. Gosto também de conhecer ritmos novos como: bachata, reggaeton, wacking vogue etc. Busco muita informação na internet, porque hoje, graças à tecnologia, podemos conhecer e aprender muito sem sair de casa.

Qual o maior problema que enfrentou ou mico que já pagou na dança?
Marcelo: Dois problemas: um foi quando eu praticava dança de rua e o médico me proibiu de dançar durante quatro anos, devido a uma lesão no joelho, e o outro foi quando quase desisti de aprender dança de salão pela dificuldade de conduzir a dama, mas minha parceira me deu a maior força.
Cíntia: Problema grave como um tombo ainda não aconteceu, mas já errei a coreografia e foi horrível (risos). Ainda bem que no final deu tudo certo. Mas uma coisa engraçada aconteceu, quando estava me preparando para uma apresentação, vestindo o figurino no banheiro, e escuto a música do meu espetáculo. Fiquei desesperada e comecei a gritar para alguém pedir para parar a música porque eu ainda não estava pronta. Quando cheguei lá, o casal da apresentação anterior estava dançando a mesma música que íamos mostrar depois. O DJ não teve nem trabalho de trocar o CD. No final deu certo, porque apresentamos uma proposta diferente e fomos aplaudidos. Recentemente, rimos do ocorrido com o casal que dançou a mesma música.

O que a dança mudou na sua vida?
Marcelo: Muitas coisas... Respeito, criatividade, improviso e auto-estima.
Cíntia: Tudo! Minha maneira de pensar, agir, buscar mais para ser melhor, ser persistente. Às vezes me entristeço quando não consigo pegar algo pela primeira vez, mas não desisto, devido à garra e à vontade. Busco como modelo algumas pessoas, não para imitar e sim para tirar lições. Passei também a ter uma vida mais saudável, pois é uma forma de exercitar o corpo, já que não gosto muito de academia de ginástica.

Qual o conselho que daria para quem está começando ou gostaria de começar?Marcelo: Sempre tem alguém melhor do que você em determinadas coisas, veja isso como um alicerce e não uma barreira. Dança não é só saúde corporal, mas sim intelectual. Se você se aprofundar neste mundo, não sairá de suas raízes até ficar velhinho.
Cíntia: Dançar é falar sem voz, é a sintonia expressa através do corpo. Meu conselho é: faça com prazer e divirta-se acima de tudo. Se você se entristecer no inicio quando o passo não sai, vá com calma, comece de novo, que tudo ser tornará mais fácil. Entregue-se aos movimentos e deixe seu corpo ser conduzido pela música. Tome muita água, viva de maneira saudável, porque se tudo está bem o que vier é lucro e o corpo agradece. Busque modelos para você se inspirar, mas não para imitar. O estilo é pessoal e de cada um, portanto tire moldes e não cópias e aplique o que você tem de mais bonito.

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Sir Charles Spencer ChaplinKBE, mais conhecido como Charlie Chaplin (Londres,16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey[1]25 de dezembro de 1977), foi um ator,diretorprodutordançarinoroteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão.
Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem ele dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford,Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin co-fundou a United Artists em 1919.
Seu principal e mais famoso personagem foi The Tramp, conhecido como Charlot naFrança e no mundo francófono, na ItáliaEspanhaPortugalGréciaRomênia e Turquia, e como Carlitos ou também "O Vagabundo" no Brasil. Consiste em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro(gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa.
Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: "Chaplin não foi apenas 'grande', ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam."[3]
Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d 'Honneur), pelaUniversidade de Oxford (Doutor Honoris causa ) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).



A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Charles Chaplin
http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chaplin
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Ivete Maria Dias de Sangalo (Juazeiro27 de maio de 1972) é uma cantora,compositoraprodutora e empresária brasileira. Ivete, que começou a cantar aos dezessete anos de idade em barzinhos de Salvador, incentivada por sua irmã, Mônica Sangalo,[1] alcançou sucesso ainda como vocalista da Banda Eva, vendendo mais de 3,78 milhões de discos, e chegando a fazer cerca de trinta shows por mês.
Em sua carreira já ganhou o GRAMMY Latino de 'Melhor Álbum Brasileiro de Raízes/Música Regional', e é recordista do Prêmio Multishow, contabilizando 9,[2] e ganhadora de três prêmios da 3° Open Web Awards.[2]
Em 1999, chega às lojas o álbum Ivete Sangalo, gerando um disco de ouro, primeiro da carreira solo da cantora, com vendagem de mais de 100 mil cópias. Desse álbum, foi extraído o single "Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim", canção romântica que alavancou sua carreira. Com o passar do anos, Sangalo lançou vários álbuns, gerando grandes singles como "A Lua Que Eu Te Dei", "Festa", "Sorte Grande", "Flor do Reggae", "Abalou", "Quando a Chuva Passar", "Berimbau Metalizado", "Não Precisa Mudar", entre outros.
Em 5 de junho de 2009, Sangalo lança décimo álbum de estúdio, em parceria com o canal MultishowPode Entrar: Multishow Registro. O álbum gerou os singles "Cadê Dalila?", música do carnaval de 2009, "Quanto Ao Tempo, em parceria com Carlinhos Brown e "Na Base do Beijo", canção para o carnaval de 2010. Ainda esse ano, a produtora da cantora, Caco de Telha, traz a turnê I Am... Tour, de Beyoncé ao Brasil. Além disso, Ivete Sangalo em sua coletiva de imprensa para o carnaval 2010, anunciou que em 4 de setembro de 2010, será gravado no Madison Square Garden, em Nova Iorque, o 4º DVD da carreira da cantora, em um show que contará com as presenças de Nelly FurtadoDiego TorresJuanes,[3] Seu Jorge, o astro britânico James Morrison[4] e da dupla Wisin & Yandel
Em 2008, a cantora ganhou o status de "Maior vendedora de DVDs do mundo em 2007", ao atingir a incomparável marca de 604 mil cópias vendidas com seu DVD ao vivo no Maracanã. Ela deixou para trás bandas como Nirvana, que vendeu cerca de 174 mil cópias com o DVD Unplugged in New York. Ivete é conhecida internacionalmente, já fez shows em Portugal, Angola, Espanha e Estados Unidos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivete_Sangalo


Seja um grande artista


Algumas dicas para ser um bom cantor...

Cantar. Talvez isto seja um sonho de várias pessoas, mas não é tão fácil como muitos pensam. Para cantar é preciso que haja desenvoltura, atenção e submissão às pequenas regras.

- O primeiro ponto para ser um bom cantor é ter sensibilidade;

Quem não é sensível para isso, pode muitas vezes acabar se prejudicando.

- O segundo ponto é ter uma postura de cantor;

Isto é fundamental para o centro do seu trabalho.

- O terceiro passo: investir em si próprio atentando-se para as teorias e práticas;

Dispensa comentários.

- Quarto: saber cantar com o diafragma é o mais importante, pois através dele que aprendemos muitas técnicas de respiração e chegamos ao nosso objetivo que é cantar;

Aperfeiçoar faz parte.

-Quinta: saiba escolher seu repertório pois isso mostra a identidade do cantor;

-Sexto: divirta-se e seja o melhor!


Por Matheus Evangelista.
(Convidado pela equipe)
http://fullideias.blogspot.com/2010/02/algumas-dicas-para-ser-um-bom-cantor.html


Quero ser um cantor, o que fazer?




Essa pergunta te chamou atenção? Que bom, então provavelmente você seja um cantor ou deseja ingressar nesse importante ministério. Como professora de técnica vocal e canto, sinto-me preparada para discorrer sobre esse assunto com uma certa ousadia.
1.  Para ser um cantor você precisa ter aptidão natural para o canto.
Lido diariamente com excelentes alunos, mas também com pessoas que manifestam o profundo desejo de serem cantores, mas não possuem a mínima aptidão para tal ministério, não tem afinação, nem ritmo e nem postura de cantores. A esses o ministério do louvor não é impossível, mas, garanto que o esforço e a dedicação devem ser dez vezes maiores do que os que possuem o dom natural. Na minha caminhada diária, já me surpreendi com alunos, que, imaginava eu, que não fosse haver solução para eles, e a força de vontade, treino e muita disciplina desse indivíduo mudaram o quadro radicalmente. E por esse motivo é que aposto em todos os meus pupilos.
2.  É muito importante a assessoria de um profissional.
Você já fez aulas de canto? Já fez algum exame para ver como estão as duas pregas vocais? Isso é muito importante. Digo isso por experiência própria, porque por anos cantei sem um acompanhamento e quando fui procurar ajuda, detectou-se problemas em minhas pregas vocais decorrentes do fato de cantar fora de minha extensão vocal. Um professor de canto irá te ajudar a conhecer os seus limites vocais, isso é primordial para um bom cantor, e uma visita a um médico especialista (otorrinolaringologista) poderá prevenir patologias graves, preservando assim sua voz abençoada.
3.  A escolha de um bom repertório irá auxiliá-lo em suas ministrações.
O cantor é um auxiliar do pregador, ele prepara o clima espiritual do ambiente para se ouvir a mensagem, portanto, o repertório deve ser vasto e condizente com o tema do culto. Um exemplo, se for uma reunião de missões, o seu repertório deve conter uma música específica para tal situação, ou a santa ceia, reunião de oração, natal, dia da bíblia, dia das mães, pais e tantos outras datas especiais. O cantor deve ter a sensibilidade de oferecer o louvor adequado para cada situação. Já presenciei um culto de natal onde não teve um único hino natalino, foi o pior culto de natal de minha vida, muito triste. Deve-se ter o cuidado também para não ser repetitivo, sempre o mesmo hino, torna-se enfadonho. Tem épocas onde determinados hinos estão em alta e são tão freqüentes que chegam a causar repulsa ao ouvi-los mais uma vez, portanto, muito cuidado na repetição.
Tenha cuidado também com os tons, se você canta com playback, os tons dos hinos escolhidos devem estar dentro de seus limites vocais, se você canta com instrumentistas a mesma dica vale para você, portanto, o ensaio é primordial para a determinação do tom ideal para cada canção.
E, por fim, extremo cuidado na escolha dos hinos para compor o seu repertório. Existem hinos para se cantar, e existem hinos somente para se ouvir, hinos repetitivos, hinos chatos que não edificam em nada a vida de seus ouvintes, não quero criar uma discussão, somente peço que usem o bom senso. As músicas para fazerem parte de meu repertório pessoal devem primeiro me tocar, depois, tenho certeza que o Espírito Santo usara a mesma canção para tocar meus ouvintes.
4.  Um cantor deve estar sempre pronto para quando for solicitado.
Na bolsa de um cantor deve sempre conter, ou um playback, ou uma cifra de algumas músicas ensaiadas, ou mesmo, para quem não usa esses dois meios, deve ter uma lista mental de algumas boas sugestões e seus respectivos tons. Por que?
Por que um soldado deve estar sempre pronto para a batalha? Você é um soldado batalhando neste mundo, lutando em guerras espirituais. Com seu louvor os anjos vencem batalhas por nós, o seu louvor chega ao céu como um cheiro suave nas narinas de Deus, o seu louvor tem o poder de salvação, de cura e de libertação. É por esse e outros motivos que você deve estar sempre pronto!
5.  Um cantor deve ter disciplina e ensaiar freqüentemente.
Já ouvi essa pergunta inúmeras vezes: Sou um cantor, preciso ensaiar em casa? Como um bom músico, você deve ter disciplina e reservar o seu tempo diário para ensaiar, rever ser repertório, ir atrás de novas canções e preparar-se vocalmente.
Freqüentemente ouço o seguinte comentário no púlpito de nossas igrejas: "...irmãos, não tive tempo de ensaiar, mas vou louvar mesmo assim..." Queridos, acho isso deprimente... Qual é o cantor que não consegue tirar alguns minutos durante a semana e dar uma passadinha no louvor que vai entoar? Talvez se tivesse disciplina em sua vida conseguiria se organizar, priorizar as coisas importantes, quem sabe não conseguiria um tempo para adorar o Senhor dos Senhores e Rei dos Reis, Supremo sobre nossas vidas, talvez se substituísse alguns minutos da novela, conseguiria algum tempo. Pesquisas revelam que um jovem de 18 anos já passou 5 anos de sua vida em frente à televisão, é assustador, não é?
Será que Deus merece qualquer "porcaria" vinda de nossa parte? As bênçãos de Deus são as mesmas "porcarias" que você oferece a ele? A mim Deus te dado somente o melhor, e é isso que oferece ao meu Senhor: meu melhor!
6.  O preparo espiritual do cantor.
Um levita não pode ser displicente com o preparo espiritual. Não é porque ele é um músico que não precise orar, ler a bíblia, ser freqüente na escola de estudo bíblico, cursos de teologia, cultos de ensino, de doutrina. Além do preparo físico, emocional e intelectual, também deve-se observar o preparo espiritual.
Um cantor sem a atuação do Espírito Santo é vazio, a mensagem que ele passa jamais chegará aos corações necessitados, será apenas um cantor e não um adorador, seu ministério jamais atingirá o propósito de Deus para sua vida.
Nossas igrejas estão superlotadas, abarrotadas de cantores, mas os adoradores são poucos. A palavra do Senhor diz, em João 4:23: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." Será que o Pai pode achar em você um verdadeiro adorador?
A oração é o ponto crucial da vida do adorador, é no meio da oração que o Espírito Santo atua. O conhecimento da palavra vai ajudá-lo a selecionar boas e más canções em seu repertório. Às vezes fechamos nossos olhos e cantamos hinos que não condizem com a palavra do Senhor, somente por possuir uma melodia tocante. Que tipo de adorador você está sendo?
Queridos! Ser um cantor e adorador não é só abrirmos nossa linda boquinha e sairmos por aí emitindo sons... precisamos de uma boa dose de talento, muito preparo e dedicação ao ministério da música que é tão sublime e santo. Devemos levar a sério e termos compromisso com Deus e com sua palavra. Abençôo o seu ministério e oro a Deus para que as suas bênçãos sejam abundantes sobre a sua vida, caro cantor. Que Deus te dê forças e graça para suportar os dias maus, porque eles virão... É! Existem dias maus nesse ministério também, como em todos os outros. Mas não desanime, porque se você estiver no caminho certo, a benção de Deus estará contigo!

Denise C. S. atua na área de educação cristã na Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Medianeira, Paraná - PR, como professora da Escola Bíblica Dominical. É escritora. Professora de Técnica Vocal, Teclado, Violão, Contrabaixo Elétrico, Guitarra, Violino e Teoria Musical na Escola de Música Arte e Som. Formada em Tecnologia em Alimentos pela UTFPR, Universidade Tecnológica Federal do Paraná - PR.




8 dicas para ajudar você a melhorar qualquer estilo de Dança...
Não importa o seu nível de experiência, estas dicas vão ajudá-lo a se tornar um bailarino melhor. Siga estas dicas para alcançar resultados satisfatórios.
Dica 1: Encontrar um grande professor
Bailarinos experientes sabem a importância de um bom professor de dança. A professora de dança não só ensina novos passos e técnicas, mas também corrige erros. Se você é novo na dança, escolha com cuidado o seu professor. Se você já está frequentando aulas por algum tempo e não está melhorando, seria interessante procurar um novo professor. Com algum tempo de dança você vai percebendo quais são as qualidades que você prefere em um professor de dança.
Dica 2: Assistir outros bailarinos, filmes e professores
Alugue alguns filmes de dança ou vídeo-aulas. Assista os bailarinos de perto, observando as coisas tais como postura corporal, alinhamento e técnica. Tente encontrar maneiras de incorporar estilos que você gosta em sua própria dança.
Dica 3: Aperfeiçoe a sua postura
Levante-se em linha reta, empurre os ombros para baixo e para trás, e mantenha a cabeça erguida. É realmente incrível o que uma boa postura faz por um bailarino.
Dica 4: Alongamento 
Séries de alongamento fará seu corpo muito mais flexível. A grande meta na dança é fazer com que cada movimento seja feito sem esforço. Quanto mais ágil suas pernas estiverem, mais fácil será para movê-las. Crie o hábito de se alongar  todos os dias.
Dica 5: Melhorar a sua técnica
Bailarinos profissionais dedicam toda a sua carreira aperfeiçoando sua técnica. Boa técnica é o que separa os bons bailarinos dos melhores bailarinos. Aprender novos movimentos, mas nos esforçamos para aperfeiçoar as habilidades de cada etapa.
Dica 6: Usar sapatos adequados
Cada estilo de dança exige um tipo específico de calçado. Sapatos de dança são cuidadosamente estruturados para proteger as pernas e pés e em benefício do bailarino. Certifique-se de que você está dançando com o tipo correto de calçado e que os sapatos são do tamanho certo.
Dica 7: Relaxe
Seu corpo vai dançar melhor em um estado relaxado. Respire profundamente algumas vezes e limpar sua mente. Aprenda a relaxar com a música.
Dica 8: Sorria
Um sorriso é uma expressão de prazer, felicidade e diversão. Se você sorrir enquanto está dançando, as pessoas terão a sensação de que você ama o que estão fazendo. Mesmo se você está dançando sozinha, sorria para si mesmo. Se você adora dançar, então mostre!

Dança e educação

Improviso de palavras

Minha atuação em sala de aula começou com o inicio do ano escolar do meu irmão (kkk), naquela época pensava em ser tantas coisas...Professora, Secretária, Modelo, Bailarina, Cantora, Dona de casa (kk), bons tempos esses de brincar de ser alguma coisa e que eu achava que realmente era, acho que é por isso que até hoje adoro a ludicidade presente no ser humano, principalmente nos primeiros anos de vida. Enfim, meu irmão e minha vizinha eram excelentes alunos, levavam até tarefa de casa e eu era quem comprava os cadernos. As aulas eram do tipo "polivalente"; ainda acho alguns cadernos desses aqui em casa, nos quardados de Dona Penha, a verdade é que desde essa época me apaixonei pela educação e acredito muito nela para a evolução e liberdade do ser humano e a forma escolhida por mim para me fazer "verdade" e sair dos contos foi meu ingresso no curso de dança da Faculdade Paulista de Artes. Uma busca que se fez indiretamente, de acordo com as circuntâncias. Meu primeiro emprego foi como monitora e registrada como "pajem", adorava as crianças e odiava o trabalho, foi ali que aprendi que ser professora é muito difícil e é de uma responsabilidade surreal, apropósito adoro o surrealismo, e vi que precisava crescer. Paralelo ao trabalho de pajem x monitora que fazia iniciei um "curso" de Jazz Dance no salão da comunidade que frequentava, aliás adoro salões de comuindades, durou um ano e então percebi que precisava estudar mesmo. Com meu ingresso no Grupo Raça percebi que o caminho seria longo ( e olha que n estou nem na metade do caminho) e que ser educadora de "expressões corporais", CARAMBA! era pior. Esse tipo de educador lida com psico e o físico ao mesmo tempo. Você já parou para pensar o que é isso?
Eu parei. Minha escoliose acentuada, que segundo os médicos, foi agravada por exercícios físicos mal orientados me fez refletir se era isso que eu queria para o meu próximo, meus alunos. Que profissional eu seria? Foi nesse momento que entrei na faculdade .
Lá aprendi que o corpo é uma jóia rara e única, feita por encomenda, uma vez danificada não existirá concerto que dê jeito, também que o corpo não é uma divisão de partes: cabeça, tronco e membros como aprendemos nos primórdios da educação e sim que ele é um "todo", tudo está minunciosamente interligado, ou seja, problemas no pé quer dizer problema na coluna, que dor de cabeça quer dizer problema em algum órgão e que mexer em algum nervo quer dizer mexer no corpo como um todo e que fisioterapia tem suas vantagens, mas não é a solução.
Descobri o poder do impacto do nosso corpo no chão, de um simples salto, o poder da força da gravidade, o perigo dos sapatos de saltos altos e quão perigosa é nossa profissão. Meu irmão custuma dizer que o futebol é um esporte muito violento, e eu concordo com ele, mas devo admitir que eu escolhi uma profissão tão perigosa e violenta quanto e dependendo da técnica o vilão da história sou eu mesmo.
Por ironia do destino (acredito nunca ter pensado nisso, somente agora) nossa orientadora de TGI = Monografia tinha uma escoliose "cabulaso", horrível, eu ficava relamente nevosa na presença dela, até hoje tenho medo de ficar como ela e fora isso sua psique era totalmente fragilizada.
Hoje trabalho com o que gosto e de forma consciente, estou certa que estou em constante mutação, mas ao terminar a faculdade descobri outra coisa, fazer faculdade significa busca de informações com pessoas capacitadas para isso, mas a grande escola é o dia-a-dia, nada se compara a prática, isso exige até um excesso de humildade.
Este ano faço 5 anos de trabalho na Escola Sagrada Família e posso afirmar que nenhum ano foi igual ao outro. Nessa escola existe a DISCIPLINA DE  DANÇA e a 5 anos pesquiso, estudo para poder criar uma situação favorável de aprendizagem para o meu aluno. Também estou a 5 anos tentando responder a pergunta que o meu professor de licenciatura Marcelo Soller nos fez no último ano de faculdade. 
Por que a disciplina de dança é importante na escola? 
Confesso que na época divididos em grupos a sala não conseguiu dar uma resposta que o convencesse e nem a mim. O que soa melhor aos meus ouvidos e que consegue me convencer é que o momento que o individuo dança ele consegue expressar através de seus movimentos o que sente, consegue colorir a mente e neutralizar ou colocar para fora preocupações, conecta-se consigo mesmo de forma a se conhecer, conecta-se ao outro de forma a conhecê-lo estando livre da crítica e estando aberto a aceitação e auto-aceitação. Acredito poder denominar de momento lúdico, sério, mas  que não deixa de ser lúdico, principalmente na faze adulta. Com isso, se visualizarmos uma onda energética, esse sentimento de prazer, relaxamento e felicidade reverbera em todas as outra áreas da vida, facilitando o convívio com as outras pessoas e com seus próprios problemas, melhorando sua concentração, permitindo se sentir parte da sociedade. 

Aqui estam alguns trechos da matéria Porque ensinar dança na escola? Por Miriam Lamas Baiak


O professor ainda trabalha como mediador, ele dá informações, mas não esquece das informações que o aluno possui, deixando-o dar sua opinião. Ele dá sentido ao conteúdo e direções para o aluno buscar soluções para seus problemas; desta forma o aluno produz saber, pois faz relações das informações já existentes com as novas. Esta é o professor que Vygostsky cita como o ideal para o processo de aprendizagem. (MOYSES, 1994)
Como vimos a dança está "dentro" das teorias de ensino aprendizagem. Pois, ela relaciona o individuo com o ambiente a sua volta e dá tarefas a ele para que busque informações, reflita, relacione conhecimentos e chegue a uma conclusão. Isto tudo ainda de forma divertida e prazerosa.
Então porque a dança está tão distante da escola? Porque ainda é vista apenas como uma atividade de prazer?
Segundo Marques, no Brasil até a década de 80 eram poucas escolas que ensinavam arte, e este ensino visava apenas as artes plásticas, que também não possuíam qualidade.
Então Ana Mãe Babosa cria a proposta triangular: pensar, fazer e entender arte; onde a arte entra no currículo escolar como área de conhecimento.
Esta proposta gerou discussões sobre se a arte é realmente conhecimento e o que seria este conhecimento. Então, não é mais necessário só fazer arte, mas pensa-la e entende-la. Os alunos deveram tornar-se fluidores de arte.
Durante os anos, a arte vai ganhando valor e em 1997 entra, finalmente, nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).
Como podemos ver a arte é nova dentro da educação; ela sempre foi tratada como uma atividade a mais para distrair as crianças e não como área de conhecimento. E a dança é mais nova ainda.
Pois ao longo da história podemos ver que o pensamento de uma sociedade leva tempo para mudar.
E o que podemos fazer é lutar para mostrar que dança não é só movimento, mas também um pensamento; que se dá através de um processo de corpo e mente.
Assim, talvez, daqui a alguns anos nossas crianças façam, entendam e reflitam arte. E façam com que a dança cumpra um de seus objetivos que é formar cidadãos.


Já ia me esquecendo hoje também sou Secretária (kk) de uma escola de dança, claro!




 

A dança no contexto educacional brasileiro aparece como conteúdo da disciplina Artes; e é citada nas atividades Ritmicas e Expressivas da Educação Física. O profissional de Arte trabalha a dança como atividade e linguagem artística, forma de expressão, como conceito e linguagem estética de arte corporal. Enquanto que o profissional de educação física se utiliza da dança de forma instrumental, assim como a ginástica, os esportes e as lutas, enfocando o aspecto bio-fisiológico, e forma de atividade para condicionamento físico, visando bem estar e saúde que é sua área de atuação.
É preciso deixar claro que professor de educação física não é professor de dança. Apesar deste profissional se utilizar da dança como instrumento, em academias de ginástica para obter condicionamento físico e melhorar a qualidade de vida por exemplo. Os cursos de Educação Física não formam ou qualificam profissionais de dança, seja o artista bailarino, dançarino ou coreógrafo.
O ensino da dança nas escolas brasileiras deve ser abordado dentro do conteúdo Artes, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (fonte www.mec.gov.br)constitui componente curricular obrigatório, contemplando para o ensino fundamental Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, e, para o ensino médio, além destas linguagens já citadas, há a inclusão das Artes Audiovisuais. (PCN - BRASIL, 2000, p. 46)
A abordagem da dança dentro do contexto da educação física é complementar e deve auxiliar no preparo físico para que os profissionais de artes possam atuar.
A dança é uma área de conhecimento autônoma, até mesmo dentro das Artes, e é preciso ser respeitada e reconhecida como tal. A formação para professores e artistas de dança é adquirida nos cursos superiores de dança (bacharelados e licenciaturas) e a profissão é regulamentada pela Lei 6.533/78 a Lei do Artista.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a